<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-832337806902158615</id><updated>2012-02-17T01:50:40.549-02:00</updated><title type='text'>CONSIDERAÇÕES...</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/832337806902158615/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cladismari Zambon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13148339024671071643</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-GF-T6LrIoB0/TuAO_AyIx3I/AAAAAAAAAFA/phpR-AwnyzI/s220/DSC08632-2.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-832337806902158615.post-4692288164896187240</id><published>2012-01-25T10:55:00.001-02:00</published><updated>2012-01-25T10:55:37.977-02:00</updated><title type='text'>TENS, COMO HAMLET, O PAVOR DO DESCONHECIDO?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;“Tens, como Hamlet, o pavor do desconhecido? &lt;br /&gt; Mas o que é conhecido? O que é que tu conheces, &lt;br /&gt;Para que chames desconhecido a qualquer coisa em especial?” &lt;br /&gt;Álvaro de Campos&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 141.6pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 141.6pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Esse pequeno trecho dopoema de Álvaro de Campos (um dos heterônimos de Fernando Pessoa) soa familiar?O desconhecido nos invade todos os dias, em casa, no trabalho, na rua... cadapessoa ou idéia nova, por ser nova, nos causa um certo desconforto. Mente quemdiz que não tem medo do desconhecido e da mudança. Mente quem diz que deseja100% de mudança em sua vida. Aliás, isso só seria possível nascendo novamente,e mesmo assim há controvérsias de ordem religiosa e cultural também para estaafirmação. Mas não quero ir tão longe em minha reflexão. Quero apenas levantarum ponto que considero essencial: o conhecido que desconheço e me amedronta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Para tanto vourelembrar um filme infantil (com um tema bem adulto) que muitos com certezaassistiram – Monstros S.A. &amp;nbsp;Num rápido resuminhopara não perder a graça e a beleza do filme vou apontar alguns pontos queconsidero importantes. Pensemos em nossas empresas, hierarquias, nossas metas,nossos processos e fluxos, salas de treinamentos, brigas de egos inflamados, trocasde experiências informais e os mitos internos eternamente alimentados pelaspessoas que compõem esse emaranhado de relações da organização. E qual a finalidadedaquela empresa no filme? Provocar medo nas crianças? Não! O medo é a energiaque move tudo. A finalidade é gerar energia, e energia é movimento, é mudança.Todos temos monstros no armário prontos a perturbar nosso sossego. E vez ououtra eles saem e fazem um estrago... até que percebemos que o monstro naverdade não é tão feio... é até bonitinho, parece um gatinho. Mas para isso énecessário conhecê-lo, respeitá-lo e se fazer respeitar. Difícil? Muitodifícil! Mas disso depende nossa sobrevivência. Quem é monstro teme perder opoder mantido através do medo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Mas... vamoscomplicar mais um pouquinho! A quem pertence o medo? Os meus medos pertencem amim, a mais ninguém. São frutos de minhas fantasias e de minhas experiências.Os meus medos são produzidos e alimentados dentro de mim, desde pequena, etornados lei. Eu aprendi que tenho que tomar cuidado com quem fala alto, comquem é maior do que eu, mais forte, e tem poder de decisão. Não é assim? Mastambém aprendi que ninguém tem sempre razão, que os pais e professores (edepois os gestores e líderes) também erram e... também têm medo. Eu posso lidarcom meus medos mas não posso mensurar a dimensão dos medos dos outros, nem suasreações. Mas com certeza o conhecimento é a chave de tudo. O monstro viragatinho quando eu percebo (e conheço) aquilo que pensava não conhecer. Ouseja... que eu sou dona da mudança que tanto desejo e temo. As mudanças sãonecessárias mas não posso exigir que todos dentro da empresa recebam aspropostas e projetos com o mesmo entusiasmo de quem já visualiza o futuro(conhecimento também é isso). Vale então investir (e muito) na mudança decultura visando o desenvolvimento das pessoas em todos os níveis, pois se omedo (do desconhecido) gera energia suficiente para paralisar uma empresa, oamor (vestir a camisa é isso – amor) é capaz de reverter até os quadros maissombrios. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;E fica a pergunta...“&lt;i&gt;Tens, como Hamlet, o pavor dodesconhecido?”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Cladismari Zambon&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/832337806902158615-4692288164896187240?l=cladismari-zambon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/feeds/4692288164896187240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/2012/01/tens-como-hamlet-o-pavor-do.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/832337806902158615/posts/default/4692288164896187240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/832337806902158615/posts/default/4692288164896187240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/2012/01/tens-como-hamlet-o-pavor-do.html' title='TENS, COMO HAMLET, O PAVOR DO DESCONHECIDO?'/><author><name>Cladismari Zambon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13148339024671071643</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-GF-T6LrIoB0/TuAO_AyIx3I/AAAAAAAAAFA/phpR-AwnyzI/s220/DSC08632-2.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-832337806902158615.post-5743381351789391864</id><published>2012-01-16T18:47:00.000-02:00</published><updated>2012-01-16T18:48:01.819-02:00</updated><title type='text'>RETENÇÃO DE TALENTOS – O CAROÇO DA AMEIXA</title><content type='html'>&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Às vezes é bom reler algumas antigas reflexões e ver o que crescemos, o que mudamos e o que continua fazendo todo sentido do mundo. Ver o que faríamos diferente e o que só agora conseguimos apreender o real significado daquilo que até parecia meio “maluquice” fora de hora. Pois bem, lembrei de um texto que escrevi tempos atrás, e fui “pescar” entre meus guardados a forma como pensei em escrevê-lo. É uma experiência interessante...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Pois bem, o texto toma por base uma crônica chamada Edmundo, o Céptico (Quadrante 1, Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1962, pag.122), escrita por Cecília Meireles. Cecília Meireles, além de ser um grande nome na poesia, escreveu quase 2500 crônicas ao longo de sua vida. Vou citar alguns trechos desta crônica e partilhar com vocês uma reflexão que hoje, mais do que nunca, se faz necessária.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Edmundo, o Céptico fala de um menino que não acreditava em nada que os adultos lhe diziam. Era chamado de teimoso quando o seu desejo era simplesmente descobrir suas próprias verdades através de suas próprias experiências. Apesar das recomendações dos adultos, quebrou os dentes tentando extrair o melzinho do caroço de ameixa. Em outro momento quase se afogou numa pipa de água. Fazia muitas perguntas mas não se satisfazia com as respostas. Dava trabalho na escola, nas festas, shows de mágica não tinham sentido para ele. Não admitia mentira e morreu cedo. “E quem sabe, meu Deus, com que verdades?”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;É claro que toda crônica retrata um determinado contexto sócio-político e esta retrata uma situação bem peculiar que se experimentava na era Vargas. Mas... será que Edmundo ainda vive? Eu sinceramente espero manter o Edmundo vivo dentro de mim e espero cutucar os Edmundos que encontro em meu caminho. São os Edmundos inconformados com o conformismo do que está pronto. Estes &amp;nbsp;realmente são possuidores do conhecimento e da verdade. São capazes de arriscar e questionar. Para eles não servem respostas prontas, estas já&amp;nbsp; foram derrubadas, já não respondem às novas questões. Como diria Bob Marley... quando se pensa que tem todas as respostas a vida se encarrega de mudar todas as perguntas. E aí? Que fazer? Se as únicas respostas são as dos manuais, dos livros ou do Dr. Google, conhecedor de todas as coisas?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Não, Dr. Google não sabe tudo, nem Freud explica, nem todas nossas teorias e paradigmas são suficientes. Às vezes precisamos correr o risco de quebrar os dentes em busca do que realmente faz sentido (o melzinho do caroço de ameixa). Mas muito cuidado, nossa porção Edmundo não nos afasta do mundo, pelo contrario. Por mais que Edmundo não aceitasse tudo que vinha do mundo dos adultos, pertencia a ele, era do mundo (E-d-mundo), apenas tinha uma outra versão e uma outra visão do que experimentava. E tudo que é diferente... assusta, incomoda, desacomoda. Toda mudança aponta para GAPS que nem sempre quero reconhecer... E o resultado todos conhecemos: resistência!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Vocês devem estar se perguntando... onde ela quer chegar com tudo isso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Pois bem, acho que tenho muito de Edmundo e não consigo ver ninguém confortável. Afinal... todo avanço tecnológico de nossas empresas só aconteceu (e continua a acontecer) por obra de Edmundos inconformados com os recursos (verdades) do seu tempo. E todo gestor sabe disso. Se tentar aprisionar suas equipes em metas e procedimentos sem vazão para a própria experiência logo terá pessoas desmotivadas e pouco colaborativas. E essa é a morte do Edmundo com todas as suas verdades. E esse Edmundo formado em nossas empresas (a um custo altíssimo) vai para a concorrência com todas suas “verdades”. E se encontrar ressonância em outros Edmundos abertos para a mudança...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: large;"&gt;Cladismari Zambon&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/832337806902158615-5743381351789391864?l=cladismari-zambon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/feeds/5743381351789391864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/2012/01/retencao-de-talentos-o-caroco-da-ameixa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/832337806902158615/posts/default/5743381351789391864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/832337806902158615/posts/default/5743381351789391864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/2012/01/retencao-de-talentos-o-caroco-da-ameixa.html' title='RETENÇÃO DE TALENTOS – O CAROÇO DA AMEIXA'/><author><name>Cladismari Zambon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13148339024671071643</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-GF-T6LrIoB0/TuAO_AyIx3I/AAAAAAAAAFA/phpR-AwnyzI/s220/DSC08632-2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-832337806902158615.post-3651831404034338328</id><published>2011-12-29T19:59:00.002-02:00</published><updated>2011-12-29T19:59:52.323-02:00</updated><title type='text'>ANO NOVO - VIDA NOVA?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;“Mas é preciso ter manha, &lt;br /&gt;É preciso ter graça, &lt;br /&gt;É preciso ter sonho, sempre &lt;br /&gt;Quem traz na pele essa marca &lt;br /&gt;Possui a estranha mania &lt;br /&gt;De ter fé na vida.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milton Nascimento &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO NOVO – VIDA NOVA? &lt;br /&gt;Depois das festas, dos encontros (e desencontros) do fim de ano, da alegria de reencontrar a família, da tristeza da ausência de alguns amigos e parentes, é hora de pensar e colocar a casa em ordem. Muitas promessas são feitas nessa época, projetos que geralmente são esquecidos antes do Carnaval. Será que muda alguma coisa com o novo tempo que se inicia a cada ano? A sucessão de tempo só terá o significado de mudança se realmente você assim se dispuser. “Vida nova” pode acontecer em qualquer época do ano, basta você retomar seus projetos e ir em busca de seus objetivos. Talvez a virada do ano devesse acontecer a cada manhã. O sol nasce todos os dias e nós iniciamos um novo tempo a cada manhã. Neste ano que se inicia vale uma nova proposta: “Dia Novo – Vida Nova” – com sua história, seus sonhos e suas alegrias. Com tudo o que você realizou e tudo o que ainda terá que conquistar. Não espere o próximo 31 de dezembro para fazer novas promessas. O tempo é agora. DIA NOVO – VIDA NOVA! &lt;br /&gt;Cladismari Zambon &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/832337806902158615-3651831404034338328?l=cladismari-zambon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/feeds/3651831404034338328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/2011/12/ano-novo-vida-nova.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/832337806902158615/posts/default/3651831404034338328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/832337806902158615/posts/default/3651831404034338328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/2011/12/ano-novo-vida-nova.html' title='ANO NOVO - VIDA NOVA?'/><author><name>Cladismari Zambon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13148339024671071643</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-GF-T6LrIoB0/TuAO_AyIx3I/AAAAAAAAAFA/phpR-AwnyzI/s220/DSC08632-2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-832337806902158615.post-4478185769287458811</id><published>2011-12-06T11:47:00.001-02:00</published><updated>2011-12-09T09:57:29.477-02:00</updated><title type='text'>A GESTÃO DO CONHECIMENTO - UM NOVO MITO DA CAVERNA?</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 class="groups" style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; margin: 0px; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;É fato hoje que quem detém a informação possui um diferencial com relação à concorrência! Mas isso não é uma invenção dos novos tempos ou das novas teorias que regem as estratégias em empresas cada vez mais aparelhadas e automatizadas. Toda informação estrategicamente bem veiculada, agrega valor, se reflete em resultados e, portanto, gera lucro. Estamos vivendo uma época de extrema rapidez em tudo. Tecnologias, sistemas, processos... O que hoje serve, daqui 6 meses (as vezes menos que isso) já é obsoleto.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="summary" style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Mas, o que é conhecimento? Por que ele é tão valioso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Vamos voltar um pouco no tempo e nos apropriar desse conceito da forma como nos descreve Platão na alegoria da caverna na República. Platão narra o diálogo em que Sócrates explica ao jovem Glauco o que é e como se adquire o conhecimento verdadeiro. Sócrates propõe imaginar uma caverna separada do mundo externo por um alto muro e a luz exterior penetra no breu por uma pequena fresta. Os homens ali acorrentados não podem se mover e olham para sombras projetadas no fundo da caverna. Acreditam que essas sombras são a realidade. Ouvem sons que vem de fora da caverna, mas não conhecem o que de fato os produzem. Esta é a realidade que conhecem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Até que um dos prisioneiros consegue fabricar um artefato e rompe os grilhões. Avança para fora da caverna com grande esforço e se vê cegado pela intensa luz. Tem o impulso de retornar a caverna mas permanece na luz e aos poucos se habitua e começa a ver o mundo. Percebe que só conhecia sombras. Não quer voltar mas, pensando nos que ficaram, retorna. Porém se acostumou com a luz, é desajeitado, não sabe se comportar nesse ambiente que antes era familiar. Tenta dividir sua experiência com os demais e se torna objeto de zombaria. Corre o risco de ser morto pelos homens das sombras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Encontramos várias re-leituras desse mito, tão atual em nosso tempo de tanta modernidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Mas... qual a relação do mito da caverna com o que ocorre hoje nas empresas?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Você sabe mensurar o valor do seu conhecimento? O que você agregou ao Capital Intelectual da organização onde você trabalha? O que você recebeu dela? Com certeza o valor é muito maior do que se pode mensurar pois apenas o conhecimento explícito é passível de ser transformado em processos bem estruturados que visam obter vantagens competitivas no mercado. O conhecimento não externado, também chamado de conhecimento tácito, é abstrato, não agrega valor enquanto não for disponibilizado, aproveitado, tornado explícito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Já temos aqui alguns elementos de nossa análise do mito da caverna. Poderíamos talvez pensar que exista um mundo de cores, luzes e sons muito maiores que os já previamente padronizados e disponibilizados nos processos, rotinas e sistemas de nossas empresas. Quanto se produz hoje em conhecimento, fruto da criatividade e da necessidade de buscar soluções inovadoras? Quanto se reproduz de práticas já tantas vezes recicladas que nem sabemos mais quem foi o autor original da idéia? Não estaríamos de volta na caverna?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Hoje temos profissionais especializados em fazer a Gestão do Conhecimento utilizando diversas ferramentas. Temos uma tecnologia cada vez mais voltada para a otimização dos dados, do tempo e dos espaços. O que deu bons resultados pode e deve ser compartilhado. Passamos a reciclar conhecimento. Ou seriam apenas informações?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;E o que acontece com aquele que propõe algo fora do que está previsto ou previamente padronizado? Resistência? Quanto tempo leva até sua idéia inovadora vinda da percepção diferente da mesma realidade ser aceita? Toda mudança assusta. E a luz dói nos olhos!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Com base nisso trago minha reflexão. A verdadeira Gestão do Conhecimento está em dar margem ao novo e oferecê-lo de forma organizada, com fluxos inteligentes e dinâmicos. Somente assim estaremos em real vantagem competitiva pois aquilo que já foi engessado já está ultrapassado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="summary" style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Cladismari Zambon&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="summary" style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xMHICDyd2uo/Tt4iVev4iEI/AAAAAAAAADs/2PMIQMB0q1Y/s1600/blog.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="248" src="http://4.bp.blogspot.com/-xMHICDyd2uo/Tt4iVev4iEI/AAAAAAAAADs/2PMIQMB0q1Y/s320/blog.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="summary" style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="summary" style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://www.monica.com.br/comics/piteco/pag1.htm"&gt;http://www.monica.com.br/comics/piteco/pag1.htm&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/832337806902158615-4478185769287458811?l=cladismari-zambon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/feeds/4478185769287458811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/2011/12/gestao-do-conhecimento-um-novo-mito-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/832337806902158615/posts/default/4478185769287458811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/832337806902158615/posts/default/4478185769287458811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/2011/12/gestao-do-conhecimento-um-novo-mito-da.html' title='A GESTÃO DO CONHECIMENTO - UM NOVO MITO DA CAVERNA?'/><author><name>Cladismari Zambon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13148339024671071643</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-GF-T6LrIoB0/TuAO_AyIx3I/AAAAAAAAAFA/phpR-AwnyzI/s220/DSC08632-2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-xMHICDyd2uo/Tt4iVev4iEI/AAAAAAAAADs/2PMIQMB0q1Y/s72-c/blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-832337806902158615.post-6165439771154253466</id><published>2011-12-06T10:42:00.001-02:00</published><updated>2011-12-09T09:58:07.418-02:00</updated><title type='text'>TEMPOS MODERNOS - TEMPO DE ESCOLHAS</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-CCR2V0P4BvY/Tt4VdYbAS3I/AAAAAAAAADc/8gR8bDbx4z4/s1600/CAMRD5FV.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-CCR2V0P4BvY/Tt4VdYbAS3I/AAAAAAAAADc/8gR8bDbx4z4/s1600/CAMRD5FV.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Vivemos em tempos modernos. Viver em tempos modernos certamente não é tarefa das mais simples ou tranqüilas. Viver em tempos modernos é viver sem tempo. Corremos o dia inteiro, trabalhando, estudando, cuidando da casa, dos filhos, da conta bancária, das compras, etc. No fim do dia, muitas vezes lembramos que esquecemos alguma coisa, algo importante, o dia foi curto, o tempo foi pouco... Fizemos muito, mas não foi o bastante. Ou talvez não fizemos o que realmente era importante fazer... Que sensação estranha é essa de nunca ser o suficiente, nunca ser o bastante... Que insatisfação, que frustração, que angústia... Com certeza viver em tempos modernos não é fácil! Exige de nós uma capacidade que não temos certeza de possuir. Exige esforço, determinação, desprendimento, maturidade e, sobretudo, capacidade de fazer escolhas. Desde pequenos somos obrigados a fazer escolhas. Essa é uma tarefa nada fácil pois cada vez que apontamos para uma alternativa, temos que esquecer a outra. Às vezes recorremos ao “uni-duni-tê, salamê-mingüê”, ou ao “mamãe mandou eu escolher essa daqui”, na esperança de contar com a sorte e acertar. Ou talvez para não ter que pensar tanto... Ou talvez para não ter que assumir uma escolha que, por fim, se mostra menos acertada. Mas de qualquer forma a escolha é nossa, não importa como escolhemos, continua sendo nossa. Nossa vida, nossas escolhas... Aprendemos com cada escolha que fazemos, com cada acerto, com cada erro... Viver é fazer escolhas, é aprender... é crescer...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;Ou isto ou aquilo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Ou se tem chuva ou não se tem sol,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;ou se tem sol ou não se tem chuva!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Ou se calça a luva e não se põe o anel,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;ou se põe o anel e não se calça a luva!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Quem sobe nos ares não fica no chão,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Quem fica no chão não sobe nos ares.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;É uma grande pena que não se possa&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;estar ao mesmo tempo em dois lugares!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Ou guardo dinheiro e não compro doce,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;ou compro doce e não guardo dinheiro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;e vivo escolhendo o dia inteiro!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Não sei se brinco, não sei se estudo,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;se saio correndo ou fico tranqüilo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Mas não consegui entender ainda&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;qual é melhor: se é isto ou aquilo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Viver em tempos modernos é viver fazendo escolhas, como neste belo poema de Cecília Meireles (1964), dirigido às crianças, mas que também serve para nós. Não podemos ter certeza de qual escolha é a mais acertada, muitas vezes apontamos a alternativa que nos parece mais fácil, menos sofrida, mas não necessariamente a que vai nos trazer realização, satisfação ou alegrias a longo prazo. Mas, se não podemos estar em dois lugares ao mesmo tempo, nem estender nosso tempo para fazer as duas coisas, talvez seja o momento de rever nossas prioridades. O relógio vai continuar marcando o passo de nossas vidas? Ou será que tem algo mais que possa ser feito? Em que lugar colocamos nossa família, nossos filhos, nossos amigos, nossa comunidade, nosso trabalho? Viver em tempos modernos também é crescer, amar e partilhar. Pense nisso!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Cladismari Zambon&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/832337806902158615-6165439771154253466?l=cladismari-zambon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/feeds/6165439771154253466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/2011/12/tempos-modernos-tempo-de-escolhas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/832337806902158615/posts/default/6165439771154253466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/832337806902158615/posts/default/6165439771154253466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cladismari-zambon.blogspot.com/2011/12/tempos-modernos-tempo-de-escolhas.html' title='TEMPOS MODERNOS - TEMPO DE ESCOLHAS'/><author><name>Cladismari Zambon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13148339024671071643</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-GF-T6LrIoB0/TuAO_AyIx3I/AAAAAAAAAFA/phpR-AwnyzI/s220/DSC08632-2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-CCR2V0P4BvY/Tt4VdYbAS3I/AAAAAAAAADc/8gR8bDbx4z4/s72-c/CAMRD5FV.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
